Emigração

Portugal teve grandes vagas de emigração ao longo do tempo.

Rio Tinto não fugiu à regra. Apesar de próxima da grande cidade do Porto e das oportunidades que esta geravam,  quer nas indústrias quer nas atividades agrárias ou em outras, que serviam o Porto, caso das leiteiras, lavadeiras, empregados vários, muitos foram aqueles que por diferentes razões partiram, para terras muitas vezes distantes e das quais nem sequer conheciam o idioma. Alguns voltaram de “bolsos cheios” , a outros perdeu-se-lhes o rasto ou reconstruiram novas vidas nesse territórios.

Entre 1890 e 1940, a maioria rumava para a América do Sul, principalmente para o Brasil; pouco para África e para aEuropa. A “nossa melhor colónia é o Brasil, depois que deixou de ser colónia nossa” (Alexandre Herculano).

Em regra apontam-se como causas emigratórias, a fraca industrialização, o aumento demográfico, o baixo nível de vida provocado por um crescimento económico lento, o sonho de regressar rico à Pátria …

Após a 2ª Guerra Mundial a destruição da Europa e o Plano Marschal inverteram o fluxo migratório, agora canalizado para a reconstrução europeia e no mesmo continente o que  facilitava a partida. Alemanha e França são agora os destinos para fugir à pobreza, à guerra ou à perseguição politica.

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