Dr. Ernesto da Fonseca

Notário em Gondomar e depois no 1º cartório notarial do Porto. Presidente concelhio da União Nacional.

Nasceu em Santa Leocádia, Baião. Seus pais eram Eduardo da Fonseca e Ermelinda Luísa Vieira. Em determinada altura, a família veio viver para Rio Tinto, Medancelhe, por motivos profissionais do progenitor.

Segundo Abel Tavares, o pai do Dr. Ernesto era chefe de estação dos caminhos-de-ferro. Pensa que já estava reformado quando se empregou na Fábrica de destilação “ Leite Nogueira”, que se localizava na esquina da rua das Perlinhas com a rua Manuel Serra. Era uma fábrica de transformação de álcool.

Certo dia, uma caldeira de fábrica explodiu e o pai de Ernesto da Fonseca morreu nessa explosão, juntamente com outras pessoas, entre elas Carlos de Ascensão, de 14 anos.

Agostinho Ribeiro diz-nos, por sua vez, que essa explosão ocorreu em 1927 e que toda a fábrica ardeu. Recorda também a D. Ermelinda como senhora que dava dois tostões aos rapazes, que eles consideravam muito dinheiro, para as festinhas deles.

Ernesto da Fonseca tinha muitos irmãos, todos rapazes.

Era amigo e vizinho de Carlos Amaral, diretor do jornal O Combate. Nesse periódico, de 16 de Abril de 1911, lê-se a notícia: «Ernesto da Fonseca, aluno do 3º ano de Direito de Coimbra, partiu para essa cidade». Devia ter vindo passar as férias de Páscoa. E também por aqui se vê que não era mau aluno.

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